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Diretrizes para Autores

Ao enviar o artigo para Revista PsicoFAE - Pluralidades em Saúde Mental – Revista PsicoFAE, o autor compromete-se a não encaminhá-lo para outro(s) veículo(s) de publicação pelo prazo de seis meses, a contar da data do envio.

As propostas de publicação devem ser submetidas via internet, pelo site da revista, mediante cadastro do autor: https://revistapsicofae.fae.edu/psico/user/register

Os artigos, com no mínimo 15 e no máximo de 25 laudas, devem ser digitados em Word for Windows, versão 6.0 ou superior, com extensão (.doc), em fonte Times New Roman, tamanho 12, em folha de formato A4, com espaçamento 1,5 entre linhas, margens superior, inferior e laterais de 2 cm. E devem conter os seguintes elementos:

  • Título do manuscrito em português e inglês, sendo as laudas numeradas consecutivamente a partir de 1 (um),  sem o(s) nome(s) do(s) autor(es). O manuscrito não deve conter folha de rosto identificada ou qualquer outro tipo de identificação de autoria ou afiliação institucional. Outro arquivo, contendo o manuscrito com os nomes de todos os autores, indicados abaixo do título em inglês, seguido de nota de rodapé com as seguintes informações: titulação, filiação institucional, cidade/país e e-mail (nesta ordem), deve ser submetido no passo 4 - Documentos Suplementares.
  • Deve-se incluir também um resumo de no máximo trezentas palavras no início do texto, após o título, na mesma língua do trabalho, acompanhado de palavras-chave (no mínimo três e no máximo cinco). Após esse resumo, deve-se incluir também a versão do resumo e das palavras-chave em inglês (abstract e key words). A revista recomenda fortemente que os autores revisem cuidadosamente as traduções derivadas de ferramentas automáticas de tradução.
  • As contribuições recebidas, aprovadas e publicadas são de inteira responsabilidade dos signatários. As informações referentes a relatos de pesquisas aprovadas por comitê de éticas devem ser submetidas no passo 4 – Documentos Suplementares.
  • Revista PsicoFAE - Pluralidades em Saúde Mental, baseia-se no manual editado pela American Psychological Association (APA - 6ª. edição de 2010) no que diz respeito à apresentação das citações no texto e referências. Todos os trabalhos citados no texto devem estar de acordo com as informações apresentadas abaixo, tanto as citações diretas (transcrição textual de palavras ou trechos da obra do autor consultado) quanto indiretas (transcrição de ideias baseadas na obra do autor consultado). Algumas expressões latinas, tais como idem (id.), ibidem (ibid), opus citatum (op. cit.) não são utilizadas pela revista.


Citações e Referencias (APA - American Psychological Assocciation)

I. Citações
 
a) As citações devem ser elaboradas pelo sistema autor-data. Isso exige que o sobrenome do autor e o ano de publicação sejam inseridos no texto, em local apropriado. Se o autor aparece como parte da narrativa, cita-se apenas o ano entre parênteses. Em outros casos, coloca-se o nome e o ano, separado por vírgula, entre parênteses.

Exemplos:

Conforme pontua Garcia-Roza (1990), a pulsão...

O Eu deve ser concebido como produto dos processos introjetivos que se sucedem no decorrer da constituição do Eu (Ferenczi, 2011)...

 

b) Quando o ano e o autor são apresentados como parte da narrativa, não adicionar informações entre parênteses.

Exemplo:

Freud, em 1930, na obra Mal Estar na Cultura, situa a satisfação sexual genital como o protótipo de felicidade humana

 

c)Dentro de um mesmo parágrafo, quando o autor faz parte da narrativa, não incluir o ano em todas as citações. Incluir o ano apenas quando a citação for entre parênteses.

Exemplo:

Poster (1979) pontua três modelos familiares essenciais...A partir disto, Poster analisa a vivência das famílias na idade média...

 

d)Para obra com dois autores:

Exemplo:

Filho e Weiss (2012) ou (Filho & Weiss, 2012).

 

e) No caso de citações com três a cinco autores, na primeira vez em que aparecem no texto são citados todos os autores; nas citações seguintes, usa-se o sobrenome do primeiro autor sucedido pela expressão "et al.".

Exemplos:

Rodrigues, Caniato, Brito, Curvo e Teixeira (2012) ou (Rodrigues, Caniato, Brito, Curvo & Teixeira, 2012). Na lista final de referências todos os nomes dos autores deverão ser citados.

 

f) No caso de citações com seis ou mais autores, grafa-se o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão "et al.". Na lista final de referências indicam-se os sobrenomes dos seis primeiros autores seguidos de reticências e o último autor

Exemplo:

Hays et al. (2002).

 

g) Em citações de vários autores e uma mesma ideia, deve-se obedecer à ordem alfabética de seus sobrenomes.  

Exemplos:

Badaines (1976), Biller (1968, 1969) ou (Badaines, 1976; Biller, 1968, 1969).

 

h) No caso de documentos com diferentes datas de publicação e um mesmo autor, cita-se o sobrenome do autor e os anos de publicação em ordem cronológica.

Exemplo:

Merleau-Ponty (1942, 1960, 1966).

 

i) Em citações de trabalhos distintos, porém com mesma data de publicação e mesmo autor, devem-se acrescentar letras minúsculas após o ano da publicação.

Exemplo:

Rogers (1973a, 1973b, 1973c).

 

j) Em documentos cujo autor é uma entidade coletiva, a entrada deve ser feita pelo nome da entidade por extenso, seguido do ano de publicação.

Exemplo:

American Psychological Association (2001) ou (American Psychological Association, 2001).

 

II. Citação de obras antigas e reeditadas

a) Assinalar a data da publicação original seguida da data da edição consultada.

Exemplos:

Freud (1915/2004) ou (Freud, 1915/2004).

 

III. Citação direta ou textual

a) A transcrição literal de um texto deve aparecer entre aspas duplas, seguidas do sobrenome do autor, data e página citada.

Exemplo:

Entendemos, como Castiel (2007), que “dizer que na origem de uma atividade artística está a sexualidade é distinto de assegurar que em toda a atividade [dita] artística há uma sublimação” (p. 102).

b) Em citação de trecho com 40 ou mais palavras, apresente-a em bloco separado do texto e sem aspas, iniciando em uma nova linha com recuo da margem esquerda de 1,3 cm, aproximadamente (equivalente a um parágrafo) e terminando com a margem sem recuo.

No caso de citação direta (textual) com menos de 40 palavras, o texto reproduzido vem entre aspas duplas com indicação da página em que ele aparece na obra de onde foi extraído.

c) Na citação de depoimento ou transcrição de entrevista, as falas devem ser digitadas em itálico, e sua forma de apresentação deve seguir a orientação apontada acima (citação textual).

Para outros exemplos recomendamos consultar o Manual de publicação da American Psychological Association em http://www.apastyle.org/

 

IV. Notas de rodapé.

a) As notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível. No entanto, quando apontadas no corpo do texto devem ser indicadas com números arábicos sequenciais, imediatamente depois da frase a que digam respeito. São apresentadas no rodapé da mesma página. As referências dos autores citados no texto devem ser registradas no final do artigo e não nas notas de rodapé.

 

V. Referências.

b) Todos os autores citados, apenas eles, devem constar nas referências no final do texto e em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor. No caso de mais de uma obra de um mesmo autor, as menções deverão ser dispostas em ordem cronológica de publicação. Ver mais orientações em: http://www.ip.usp.br/portal/images/biblioteca/normalizacao_referencias_APA_6_ed_vers%C3%A3o2013.pdf

Guia rápido para elaboração das Referências:

Livros

American Psychological Association. (2001). Publication manual of the American Psychological Association (5th ed). Washington, DC: Author.

Castiel, S. V. (2007). Sublimação: Clínica e Metapsicologia. São Paulo: Escuta.

Capítulo de livro

Marucco, C. N. (2005). Aspectos psicanalíticos das situações traumáticas. In C. L. Eizirik, R. W. Aguiar & S. S. Schestatsky (Org.), Psicoterapia de orientação analítica: fundamentos teóricos. (2ª ed.). (pp.  85-95). Porto Alegre: Artmed.

Capítulo de livro com indicação da data da edição original

Freud, S. (2004) Pulsão e Destinos da Pulsão. In: L. A. Hanns (Coord), Escritos sobre a Psicologia do Inconsciente, I. (C. Dornbusch, et. al, trad., vol. 1, pp. 133-173). Rio de Janeiro: Imago Ed. (Trabalho Original Publicado em 1915).

Artigos de Periódicos Científicos

Tfouni, L. V., & Moraes, J. (2003). A família narrada por crianças e adolescentes de rua: a ficção como suporte do desejo. Psicologia USP, 14(1), 65-84. doi: 10.1590/S0103-65642003000100005

Castilho, G., & Bastos, A. (2013). A função constitutiva do luto na estruturação do desejo. Estilos da Clínica, 18(1), 89-106. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/pdf/estic/v18n1/a06v18n1.pdf

Eventos Científicos em parte

Thiers, V. O., Seabra, A. G., Macedo, E. C., Arbex, S. M., Feitosa, M. D., & Capovilla, F. C. (1993). PCS-Comp: Picture Communication Symbols System: versão computadorizada. In Resumos de Comunicações Científicas, III Congresso Interno do Núcleo de Pesquisa em Neurociências e Comportamento da Universidade de São Paulo (p. 15). São Paulo, SP: Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo.

Dissertação e Tese

Figueiredo, S. M. A. (1991). Estudos piagetianos: uma análise crítica (Dissertação de Mestrado). Instituto Superior de Estudos e Pesquisas Psicossociais, Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.

Granja, E. C. (1995). Produção científica: dissertações e teses do IPUSP (1980/1989) (Tese de Doutorado). Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo.

 

 

  • É de responsabilidade do(s) autor(es) a correta apresentação e exatidão das citações no texto. Todos os trabalhos mencionados no texto devem estar arrolados na lista final de referências.
  • A aprovação dos textos para publicação implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para Revista PsicoFAE - Pluralidades em Saúde Mental, que terá a exclusividade de publicá-los primeiramente. A revista incentiva autores a divulgarem os PDFs com a versão final de seus artigos em seus sites pessoais e institucionais, desde que estes sejam sem fins lucrativos e/ou comerciais, mencionando a publicação original em Pluralidades em Saúde Mental – Revista PsicoFAE.
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